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Jeremiah James
Jeremiah James

Livro Quebrando Correntes Pdf 11 BEST



O livro Quebrando correntes (Neil T. Anderson), da editora Mundo Cristão, é uma obra de referência de estudo sobre batalha espiritual, que nos icentiva a ter coragem de viver a liberdade que Deus oferece.




Livro Quebrando Correntes Pdf 11



Neste livro, o autor identifica as várias facetas da guerra espiritual, falando sobre o inimigo e suas estratégias para tomar posse da mente humana. Ele defende o fator que para quebrar correntes demoníacas é necessário conhecer o inimigo, e suas estratégias para derrotá-lo.


Este livro é uma bênção. O Dr Neil Anderson conseguiu transcrever espiritualidade com verdade e fatos (pragmático, prático), sem o sensacionalismo de algumas instituições. Recomendo não somente a leitura deste material, mas outras de suas obras: Restaurando relacionamentos, Vitória sobre a escuridão e Passos para a Liberdade em Cristo.


2.1. Crédito à habitação e outros créditos hipotecários2.2. Crédito pessoal2.3. Crédito automóvel2.4. Linhas de crédito e contas correntes2.5. Descobertos bancários2.6. Outros créditos a particulares


18.1. Crédito à habitação e outros créditos hipotecários18.2. Crédito pessoal18.3. Crédito automóvel18.4. Linhas de crédito e contas correntes18.5. Descobertos bancários18.6. Cartões de crédito18.7. Outros créditos a particulares


Deus, diante do Teu imenso amorSonda o meu frágil coraçãoVem revelar o Teu querer hojeDeus cobre-me com a Tua unçãoMove-me para proclamarLibertação, restauraçãoLibertação, restauraçãoEu vou cumprir Teus planosPregar as boas novasCurar os quebrantados vouEu vou quebrar correntesLibertar cativos vouOnde quer que forEm Teu nome vou


O chamado Pai da Medicina ocidental identificou a saúde como fruto do equilíbrio dos humores, sendo, por oposiçao, a doença, resultante do desequilíbrio dos mesmos. Alguns praticantes da medicina contemporâneos ou sucessores de Hipócrates interpretaram a teoria humoral de maneira mais estrita (abrindo exceçao apenas para os ferimentos), enquanto outros admitiam a intromissao de agentes externos, como os venenos, na determinaçao das doenças. A teoria dos humores sobrevive nos dias de hoje em algumas correntes do pensamento médico oriental, como é o caso, da medicina tradicional tibetana ou da medicina ayuvérdica e unani indianas.


A influência de Paracelso cresceu após sua morte e muitos dos seus admiradores se destacaram no exercício de uma prática médica afastada da convencional, ainda que atentos às inovações. Quase um século depois, o médico londrinense Robert Fludd (1574-1629) estabeleceu uma espécie de ponte entre Paracelso e as novas correntes filosóficas dos séculos XVI e XVII (em especial, as chamadas "filosofias químicas" cujos adeptos propugnavam a compreensão da natureza através da análise química, o que, no âmbito da medicina, incluía uma oposição às idéias de Galeno, com duas correntes principais: uma, seguidora da tradição de Paracelso, com sua visão holística e mística do mundo; a outra, mais prática e macanicista, preocupando-se menos com a essência das coisas e mais com sua forma e movimento (Bennet, 1987). Fludd era adepto dos novos agentes químicos na terapêutica e sua oposição a Galeno fez com que sua entrada no College of Physicians ocorresse apenas à quinta tentativa.


Ivan Illich, por meio do seu livro Némesis medicale, l' expropriation de la santé, publicado em meados dos anos setenta, foi um dos pioneiros em apontar os descaminhos da moderna medicina e sua sofisticação tecnológica. Seu texto suscitou profícuo debate e, apesar de eventuais equívocos, contribuiu para evidenciar as distorções do 'complexo médico industrial' e a necessidade de redirecionamento na forma como estavam sendo estruturados os serviços de saúde. Navarro, em 1975, mesmo ano da publicação do texto de Illich, em crítica a algums das teses do mencionado autor, chama a atenção para o fato de que a industrialização e seus reflexos no campo da medicina, sao apresentados como causa dos prejuízos à vida dos indivíduos e não como um elo no contexto mais geral do sistema capitalista de produção e consumo (Navarro, 1975).


Paralelamente às influências do mecanicismo e a extrapolação de seu raciocínio do mundo físico, do universo, para o mundo dos seres vivos, a medicalização sofre o impacto, a partir da revolução industrial que instaura o capitalismo, da transformação de tudo em mercadoria, em princípio destinada a produzir lucros. Está aberto o campo para a gestação do 'complexo-médico-industrial' e para a mais ampla possível mercantilização da medicina, com todos os malefícios daí decorrentes, especialmente no acesso nao equânime e universal aos serviços médico-assistenciais, inclusive aos essenciais e o que é mais grave, ainda, nas sociedades, como a nossa, marcada por cruel concentração da renda e, daí, de todos os bens e serviços. Ultrapassa os objetivos do presente texto, a análise das estratégias eventualmente adotadas por indivíduos ou por organizações da sociedade civil (como os movimentos de defesa do consumidor, do desenvolvimento sustentável ou do meio ambiente) em favor de uma reorientação do modelo econômico fundado no neoliberalismo, hoje dominante em inúmeros países e, nesse contexto, do modelo médico-assistencial (mais direcionadas à problemática dos medicamentos, tecemos considerações sobre o tema, na reedição, no prelo, de texto de nossa autoria (Barros, 1995)


Paralelamente ao avanço e sofisticação da biomedicina foi sendo detectada sua impossibilidade de oferecer respostas conclusivas ou satisfatórias para muitos problemas ou, sobretudo, para os componentes psicológicos ou subjetivos que acompanham, em grau maior ou menor, qualquer doença. As críticas à prática médica habitual e o incremento na busca de estratégias terapêuticas estimulada pelos anseios de encontrar outras formas de lidar com a saúde e a doença (no seu conjunto designadas como medicinas alternativas ou complementares) constituem uma evidência dos reais limites da tecnologia médica. Mesmo que muitos profissionais cheguem a admitir a existência de componentes de ordem subjetiva ou afetiva que exercem influência mesmo em casos de doenças em que as evidências orgânicas sejam mais explícitas, não se sentem, com frequência, à vontade para lidar com os mesmos, pois para isto, via de regra, não foram preparados. De fato, o modelo biomédico estimula os médicos a aderir a um comportamento extremamente cartesaino na separação entre o observador e o objeto observado. Proclama-se a necessidade de um 'distanciamento objetivo', visto como uma qualidade que cabe preservar ou mesmo incrementar, por mais que seja inerente ao ato médico uma interação inescapável e mais ou menos intensa entre médico e paciente e que esta interação seja fundamental para o sucesso terapêutico. A intensificação da divisão do indivíduo em pedaços contribui sobremaneira para dificultar a valorização do todo. Até mesmo se nos restringirmos ao âmbito terminológico, os médicos ocidentais têm dificuldades em descrever o todo, a não ser por meio das partes. Desta maneira, por mais que alguns profissionais queiram visualizar seu paciente como um todo e situá-lo, de alguma maneira, no seu contexto socioeconômico, terminam por regressar ao reducionismo, pois este foi o modelo em que foi pautada sua formaçao na escola médica. Tudo o que acontece aos pacientes, quaisquer das suas queixas ou sofrimentos são vistos - e, como decorrência, manejados - em termos mecanicistas, isto é, tenta-se "patologizar" (Taylor (1979) criou o neologismo diseasefication, ao nosso ver muito apropriado) e enquadrar tudo nos cânones da biomedicina (oxalá não seja esquecida a existência dos desvios-padrao!...). Um paciente que, hospitalizado e prestes a submeter-se a uma cirurgia, por ventura comenta suas preocupações com algum membro do corpo médico, rapidamente se lhe diagnostica um estado ansioso, merecedor da prescrição de um tranquilizante. A própria morte, termo inevitável da vida, passou a ser vista como um reflexo da incapacidade do médico ou dos sistemas responsáveis pela manutenção da vida. Apreciação crítica muito pertinente sobre os limites objetivos da medicina frente à morte foi feita pelo filósofo françês contemporâneo, André Comte Sponville, em capítulo de um de seus livros, mui apropriadamente denominado Morrer curado (Sponville, 2000). É interessante, ainda, ressaltar, quão flexíveis são as correntes de pensamento antigas para incorparar, quando preciso, princípios e técnicas da medicina ocidental moderna, haja visto o exemplo dos médicos chineses de hoje, em cuja formação se incluem, mesmo com ênfase na escola médica específica, conhecimentos tanto da medicina tradicional, quanto da ocidental moderna.


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